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Projetos

 

 

  • Topografia e trajetórias de subsidência e soerguimento crustal do Antepaís Andino: causas e implicações exploratórias para hidrocarboneto

 

Origem do Fomento: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior

 

Valor Financiado: R$ 24.392,80

 

Quantificação das alterações topográficas, integrando diversos marcadores de relevo, como os estratigráficos e os  estruturais,  e  indicadores  paleotopográficos,  paleotérmicos  e paleobarométricos  em  unidades-chave da região. A partir destas reconstruções, serão desenvolvidos modelos isostáticos, flexurais e dinâmicos nos pacotes sedimentares selecionados, com o objetivo de se analisar o regime térmico durante um determinado intervalo de tempo.

 

 

  • Geocronologia das rochas da coluna White: implicações na proveniência sedimentar e evolução geológica da Bacia do Paraná

 

Origem do Fomento: FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

Valor Financiado: R$ 330.391,50

 

O presente projeto objetiva utilizar a Geocronologia U-Pb em zircão detrítico e de níveis vulcânicos, para estabelecer limites de idade de deposição das unidades aflorantes na região da Coluna White, estado de SC, visando contribuir para o entendimento da origem e história deposicional da Bacia do Paraná, o estudo também envolve a obtenção de idades modelo Sm-Nd (TDM) em rocha total, para auxílio na identificação de áreas fontes, e isótopos de Hf, para permitir a identificação de fontes juvenis ou crustais. Todos os dados isotópicos serão associados a outros sobre a proveniência desses estratos sedimentares, tais como, paleocorrentes, paleoventos, estrias glaciais e mapa de isópacas. A análise conjunta permitirá a interpretação paleoambiental completa da região estudada.

 

 

  • Proveniência Sedimentar da Bacia do Parnaíba com base em técnicas analíticas em sedimentologia e geocronologia

 

Origem do Fomento: PETROBRÁS

 

Valor Financiado: R$ 1.368.544,60

 

Aprimoramento do conhecimento geológico para a bacia do Parnaíba (e também de São Luís-Grajaú), com finalidade maior de integrar métodos convencionais de análise de proveniência, incluindo (i) estudo petrográfico quantitativo, (ii) reconhecimento das assembléias de minerais pesados, (iii) análise varietal de espécies minerais e (iii) geocronologia Sm-Nd (rocha total) em conjunto com U-Pb in situ em zircão, para conectar diretamente grãos detríticos presentes em suas unidades siliciclásticas com seus respectivos terrenos-fonte. Aliado a esses métodos de estudo, será agregada a análise, em campo, de paleocorrentes para a discussão de direções regional de fluxo em cada pacote sedimentar e, num sentido mais amplo, suas variações e tendências dentro da bacia durante todo o intervalo temporal de deposição. Ainda, o projeto contempla investigar a cronologia precisa do magmatismo associado à transição Paleozoico-Mesozoico na bacia do Parnaíba

 

 

  • Infra-estrutura física em Paleomagnetismo e Estratigrafia Magnética no IAG/USP

 

Origem do Fomento: PETROBRÁS

 

Valor Financiado: R$ 1.706.808,39

 

Capacitação em infra-estrutura do Laboratório de Paleomagnetismo do IAG/USP. O projeto envolve a compra e instalação de dois equipamentos de grande porte: (i) magnetômetro SQUID, com sistema automático de medida e (ii) magnetômetro de amostra vibrante (VSM), além de um (iii) forno paleomagnético e um (iv) sistema de no-break de 12 KVa. Estes equipamentos fornecerão a orientação e a intensidade (absoluta e relativa) do campo magnético terrestre a partir de seu registro nos materiais geológicos. A completa instalação do laboratório permitirá os seguintes tipos de estudos de P&D: reconstruções paleogeográficas (monitoramento da movimentação da placa sul-americana), correlações magnetoestratigráficas, medidas de magnetização viscosa para re-orientação de testemunhos e caracterização completa da mineralogia magnética de rochas e sedimentos

 

 

  • Estudos de magnetoestratigrafia: Ensaios em sucessões brasileiras e calibração da curva de paleointensidade relativa para o período calmo do cretáceo (aptiano-albiano)

 

Origem do Fomento: PETROBRÁS

 

Valor Financiado: R$ 3.285.639,80

 

Estudo da variação da mineralogia magnética das Formazione della Maiolica e Marne a Fucoidi, na Bacia de Umbia-Marche (Itália) durante o Barremiano superior e o Aptiano inferior, a partir de amostras do testemunho PLG Core. No Aptiano, ocorreram importantes eventos climáticos globais (e.g., Ocean Anoxic Events-OAE) que podem ter afetado a magnetização em sedimentos marinhos. As técnicas de mineralogia magnética (e.g., suscetibilidade magnética, curvas termomagnéticas e aquisição de magnetização remanente isotermal) podem ser, eventualmente, utilizadas como ferramentas para o estudo das variações nas condições redox ao longo do evento OAE1 que ocorreu no Aptiano inferior, por volta de 120 Ma.

 

 

  • Laboratório de Petrofísica da Universidade de São Paulo

 

Origem do Fomento: USP - Universidade de São Paulo

 

Valor Financiado: R$ 520.014,70

 

Formas alternativas de se obter a cronologia de preenchimento em bacias podem ser empregadas em auxílio das técnicas geocronológicas clássicas. Serão priorizadas duas dessas técnicas: a magnetoestratigrafia e a cicloestratigrafia para estudo das sucessões sedimentares do Aptiano-Albiano das Bacias do Parnaíba, Sergipe-Alagoas e Araripe. Pretende-se analisar o potencial dessas metodologias como ferramenta de correlação dentro dessas bacias e entre as diferentes bacias no intervalo temporal Aptiano-Albiano, que é particularmente crítico para o entendimento dos reservatórios do pré-Sal, como é o caso brasileiro.

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